Blog

O Homem Misógino

0

O que é um homem misógino?

A palavra misoginia vem do grego miso (ódio) e gyne (mulher). Homens misóginos, são homens que, aos poucos, destroem emocionalmente suas parceiras. Por mais que digam que as amam, elas vão murchando como seres, tanto emocional como fisicamente.

Fisicamente ele é um adulto, mas psicologicamente é um menino assustado. Seu maior pavor é ser abandonado. Então ele usa comportamentos controladores contra a sua parceira, destruindo-lhe a autoconfiança, para que ela, tornando-se fraca e despersonalizada, não tenha condições de abandoná-lo.

Quais comportamentos ele usa para despersonalizar sua parceira?

Acessos de ira, criando-se comportamentos intimidativos; tudo o que acontece de ruim é culpa de sua parceira, ele raramente se responsabiliza; ele dará a entender que, se ela o amasse de verdade, estaria evitando aborrecê-lo. Sua parceira aos poucos perde o raciocínio lógico. Ela vai evitando ao máximo qualquer situação que possa aborrecê-lo. Porém, obviamente vai sempre aborrecê-lo, pois para ele, NÃO HÁ MARGEM DE ERRO, NUNCA.

O misógino precisa controlar a maneira como sua parceira pensa, sente, comporta-se e com quem ela se envolve.

Ele tenta controlar usando o medo, a humilhação, agressões verbais ou físicas e criticas incessantes, sempre num tom de mestre. Faz sua parceira duvidar de suas próprias percepções e até mesmo de sua sanidade.

Ele distorce os fatos, fazendo com que sua parceira se sinta culpada o tempo todo. O tal comportamento errado dele foi apenas uma reação normal a algum desvio dela. Fazendo isso ele a convence de que ela é o grande problema, o motivo de não terem um bom relacionamento.

Ele descaracteriza o potencial de sua parceira como mulher atraente; desdenha dessa mulher de tal forma, que ela se retrai sexualmente, pois passa a se sentir inadequada e desinteressante. A maioria dos misóginos traem suas parceiras. Se não traem de fato, colocam uma outra mulher como objeto dos desejos ao invés de sua real parceira.

O que faz um homem tornar-se misógino?

Alguns fatores na infância, como:

Pai omisso \ mãe sufocante. Esse pai omisso, essa figura apagada e remota, enfatiza que a esposa é poderosa: ela domina tanto o filho como a ele próprio. Ela passa a ideia para esse filho que ela o protegerá de tudo e de todos, como se fosse uma salvadora, fazendo-o a acreditar que ele não poderá sobreviver sem uma mulher ao seu lado. Isso o faz sentir-se fraco, desamparado e dependente. Seus relacionamentos sempre serão marcados pela luta pelo poder. Optará por mulheres poderosas ao seu lado, mas seu objetivo será diminuir pouco a pouco essa mulher .

Pai tirano \ mãe vitima. Um filho com um pai assustador tem duas opções: ou se identifica com o pai ou com a mãe fraca, desamparada e vítima. A única maneira dele obter aprovação do pai é se

comportar igual a ele. Optará por uma mulher dependente dele, e isso o deixará extremamente irritadiço com ela.

Existem muitos outros fatores na infância que mencionarei em futuros artigos. Alistei aqui os dois mais comuns.

O que faz uma mulher se ligar a um misógino são as oscilações que ele tem entre o amor e o abuso. Não saber quando ela irá receber amor ou maus tratos a mantém fisgada e em estado de desiquilíbrio constante.

O homem que amo é misógino?

Esta lista de perguntas vai ajudá-la a entender se você está num grande sofrimento emocional:

* sente-se triste a maior parte do tempo?

* sente medo de seu parceiro?

* sente-se furiosa o tempo todo?

* sente-se confusa sobre como deveria ter se comportado?

* sente-se errada e culpada?

* sente-se acuada?

* frustrada?

* sua autoimagem despencou desde que está ao lado dessa pessoa?

* vive ‘pisando em ovos’?

* reprime seus sentimentos, principalmente a raiva?

* tenta calcular como voltar a conquistar a aprovação do parceiro?

* sente-se tranquila ao lado dele ou formal e não à vontade?

Reflita em cada pergunta e veja se realmente merece esse tipo de tratamento. Faça coisas por você. Acolha-se o máximo que puder.

Espero que esse artigo comece a clarear o que esta acontecendo a você, pois estar ao lado de um misógino vai te deixar confusa, por mais sensata e objetiva que você seja.

Sandra Mariani

 

 

.

Amor Obsessivo

0

AMOR OBSESSIVO  não se trata apenas  de amar demais uma pessoa .

Na verdade o que acontece é que a sua atenção gira em torno apenas de seu par, todo o resto vira sem importância na sua vida , sua atenção , seus pensamentos só pensam em algo … no seu parceiro .

Os pensamentos vão e voltam , tirando a tranquilidade , a pessoa chega a ficar sem energia , se sente cansada, esgotada de tanto pensar.

Muitas pessoas se dizem calmas, tranquilas até acharem o seu par maravilhoso …

Até então, estudavam, trabalhavam , suas vidas eram normais , tudo fluía bem até começarem a namorar .

Com o namoro se tornaram inseguras e aflitas.

Enxergam  o respectivo namorado ou namorada como sendo sua propriedade, se pudesse implantariam  um chip no sujeito, rastreariam para saber o que pensam , sentem, só se sentiriam calmos se a pessoa se deixasse ser controlada.

Por que as pessoas agem assim ?

Pode ser algo que começou lá na infância, foram mimados demais.

Não ter o que desejavam  o  deixava em completo desespero, o que acabava criando um reforço negativo, para não verem seus filhos desesperados o objeto era imediatamente servido a esta criança , então a conexão cerebral formada foi  … eu me desespero, logo meus desejos serão satisfeitos , então o descontrole vira um habito na vida desta pessoa ,ela consegue as coisas a base do descontrole emocional .

São pessoas com dificuldade de lidar com o imprevisto. Elas não entendem o livre arbítrio, o desejo do outro a incomoda, pois quanto mais o outro for um ser desejante , mais difícil se torna manipula lo.

Não são pessoas ruins  , elas apenas tem o medo de não serem amadas e isto as deixa desnorteadas .

Quando começam a namorar eles querem o melhor para seu par , são super atenciosos, amáveis, mas a ânsia de controla-los faz  com que o namoro perca a sensação gostosa ,se perde o encanto e o outro se vê encurralado , ele vira o anonimo da relação, ele se vê sem saída, ou faz o que o outro quer o tempo todo ou terá que driblar muitas brigas, choros  e para evitar tudo isso, se submete.

Vira um ser submetido e obviamente perde o encanto de ficar ao lado da amada , gosta dela , mas se sente angustiado e triste , o que o faz evitar o  contato, sendo assim a amada percebe que algo mudou e fica insegura , ficando obsessiva com este namorado , tenta rastrea lo cada vez mais .

A sensação que a pessoa passa a ter é de traição iminente , o amado vai trai la a qualquer momento …Com medo desta traição ela vigia, ela liga inúmeras vezes , ela fica no pé o tempo todo e sua vida GIRA em torno desta pessoa , o que ela faz , com quem e por que faz .

Se instaurou O AMOR OBSESSIVO … você sufoca o outro , pois tem medo dele lhe deixar …  só que com isso aumenta a probabilidade disto acontecer … o amado para se proteger desta invasão se afasta e você o espreme mais ainda … até o dia que a unica saída é desistir de você , para ele voltar a se sentir uma pessoa no minimo inteira.

Ela se afastando configura o que todo obsessivo pensa … eu não sou digna de receber amor , o que aumenta a sua insegurança , criando um terreno fértil para ser mais possessiva com o futuro amado que aparecer.

Se você se identificou com este artigo , então precisa de ajuda terapêutica, para sua auto estima se fortificar , para você voltar a cuidar da sua vida , voltar a ter seu próprio brilho e se sentir livre emocionalmente para amar e ser amada.

Lembre se todos querem se sentir soltos , donos de sua própria vida , ninguém que seja saudável emocionalmente quer ser presa de um outro alguém…uma presa geralmente se torna triste, desanimado e impotente.

Deixe seu amor livre, solto , alegre … com certeza ele vai querer ficar ao seu lado cada vez mais …

Sandra Mariani 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pai … a difícil tarefa de educar !

0

pai

Ontem foi a data em que muitos comemoram o dia dos Pais.

Nos restaurantes, nos parques, no shopping, o que se via eram filhos, independentemente da idade, com seus respectivos pais. Filhos pequenos e pais jovens, filhos jovens com pais maduros e filhos maduros com seus pais bem idosos.

Com isso, fiquei pensando no papel do pai na vida de seu filho, no que representa esse “pai” na constituição da personalidade da criança e também por que muitos pais se esgotam desse papel de educar seus filhos.

Quando a criança nasce, seu vínculo se constitui apenas em torno de sua mãe. É um vínculo fechado e único, e tem que ser assim para que o recém-nascido se sinta acolhido e protegido. Mas, aos poucos, esse vínculo se abre para entrar uma terceira pessoa: o pai dessa criança. Tudo é diferente para o recém-nascido, o cheiro, a voz, a pele, mas ele vai incorporando este novo sujeito na sua história. Agora ele tem dois alicerces: sua mãe e esse pai.

A presença do pai vai facilitando que essa criança passe do mundo familiar para a sociedade. Vários estudos mostram que crianças que sentem seu pai próximo e presente sentem-se mais seguras em seus estudos, na escolha de uma profissão ou na tomada de decisões.

Existem estudos que relatam que homens que mantiveram uma boa relação com o pai durante a infância tendem a ser menos impulsivos na forma como reagem aos eventos estressantes do dia-a-dia do que aqueles que se mantiveram distantes de seus pais.

Eu gostaria que você, filha ou filho, pensasse: qual é a sua atitude para com o seu pai? Você, quando recebe uma ordem de seu pai, que é coerente e que tem como objetivo o seu bem-estar, como você reage a esta lei?

Se a sua reação for “eu faço do meu jeito, na hora que eu quiser e como quiser”… você vai ter dificuldades de lidar com outros contextos na sua vida, pois sempre que houver a intervenção do Outro, você não saberá lidar.

A forma como você lida com uma ordem imediata de seu pai é uma amostra de como você lidará por exemplo com situações em que estão inclusas “leis”, como: horários, compromissos, dívidas, pagamentos, chefes, seu futuro parceiro, enfim, se você

desqualifica o que seu pai te diz, vai fazer isto em outras situações na sua vida, desautorizando regras que serão necessárias para seu crescimento tanto profissional como pessoal.

Tem filhos que culpam seus pais pelo distanciamento, mas se esquecem de que o pai também se cansa de se doar o tempo todo e nada receber em troca.

Como um filho pode melhorar seu relacionamento com seu pai?

Olhe este pai como um sujeito que tem desejos, medos, ansiedade e que muitas vezes se sente carente. Ele também precisa de carinho, de palavras que o confortem, de palavras que o incentivem. Ele precisa sentir que todo o investimento que ele faz em você está dando certo.

Como um filho desautoriza esse pai?

De várias maneiras. Por exemplo, o pai investe nos estudos desse filho, e portanto ele espera que, no mínimo, ele seja mediano nos estudos. Mas este filho não estuda, falta, não dá a mínima para a escola. Isto se caracteriza em DESAUTORIZAR este pai.

Um pai diz para seu filho diversas vezes para não dirigir em alta velocidade, para não dirigir alcoolizado, para não andar de moto, e de nada adianta. Esse filho insiste em desautorizar este pai e se acidenta, que era justamente do que seu pai insistia em poupá-lo.

Desautorizar um pai nem sempre é enfrentá-lo verbalmente.

Você pode desautorizá-lo por desqualificar o que ele lhe diz, achando exagero, achando bobagem e sempre fazendo o que te dá na cabeça. Embora ele saiba que um jovem tem como característica fazer o que acha que deve, a insistência em desautorizá-lo vai minando a relação de vocês. Esse pai se sente enfraquecido e impotente, e muitas vezes pode até a se deprimir, por achar que o seu papel de pai é fraco e sem objetivos.

Ser pai é investir em educar, criar seu filho com normas, leis e direitos. Um filho não deve ser criado como alguém que pode tudo o tempo todo. Isto fará dele uma pessoa mal educada que, por mais que tenha estudos e fale outros idiomas, será uma pessoa que dificilmente se adequará no mundo corporativo.

Lembre-se: se você tem muita dificuldade em acatar o que seu pai te diz, cuidado! Lá fora você se verá em grandes dificuldades. Aprenda a lidar com leis, pois elas estão em todas as situações…

Na alimentação: se comer demais ou errado vai engordar. Na formação acadêmica: se não estudar para exames e nem prestar atenção às aulas, será reprovado. No trânsito: se não respeitar leis de trânsito, vai ser multado. No trabalho: se faltar no trabalho com frequência, vai ser mandado embora… Todas as áreas têm as suas leis…

A primeira lei com a qual você vai ter que começar a saber lidar é com o que seu pai e sua mãe lhe diz.

Esta lei é Universal !

 

Sandra Mariani 

 

 

 

DOENÇAS E DOENTES

0

Skeleton of the man with the backbone

Sentimentos, insatisfações, conflitos. Quando nos calamos ou não os resolvemos, invariavelmente somos levados ao consultório médico com sintomas diversos. Exames e mais exames solicitados. Nada que os justifique. A explicação? São sintomas de nosso psiquismo que quer gritar e nós não deixamos.

Dor de garganta, situações que não “engolimos” e que ficam represadas na garganta, dores no estomago, pensamentos não digeridos e mal resolvidos. Cada um tem seu medo de enfrentar e resolver seus problemas e então o corpo dá o seu recadinho.

Vive resfriado o tempo todo? Tente soltar as lágrimas que anda armazenando. Se está de luto por uma perda ou então está empurrando ao esquecimento certos sentimentos, principalmente de perda, solte as lagrimas, deixe esvaziar seu pote psíquico.

Se sente rejeitado ou desmerecido? É fácil perceber que você vai aparacer no consultório com uma enorme alergia de pele. Claro, afinal precisa se isolar.

Quando não nos é possível ou não queremos falar sobre nossos conflitos o corpo fala por nós. Muitas vezes estamos tão angustiados e com tamanho sofrimento psíquico, que nosso corpo, máquina perfeita nos socorre dando recados de “corra, vai se resolver”.

As alterações orgânicas que vem de causa psíquica devem ser percebidas pelo médico responsável pelo atendimento. Alem da teoria física, devem ser abordadas na consulta a visão fatores psicológicos e sociais. O bom profissional orienta seu paciente a  procurar uma terapia  na área psíquica. Só ali sua subjetividade virá a tona. Só ali terá condições de ser visto e tratado de forma adequada.

É simplista demais colocar nas disfunções orgânicas o adoecimento do corpo. Salvos casos onde isso acontece de forma real, na grande maioria das vezes nós é que proporcionamos chances das doenças acontecerem. Ao adoecer psiquicamente adubamos o terreno para que floresça a doença física.

Aceitar que sentir certos sentimentos como raiva, insegurança, frustração, impotência, inadequação, ou outros sentimentos que a sociedade julga como negativos, é normal em qualquer ser humano, afinal como dizia Dr. Feud somos feitos de carne e osso, já tira uma carga enorme de negatividade sobre nosso corpo.

Reconhecer nossos sentimento e aprender lidar com eles, sem tentar se enganar que não existem, é o grande truque para um corpo saudável.

Parafraseando Juvenal o poeta :”Mens sana in corpore sano”

Para isso a psicoterapia é o melhor caminho que leva a encontrar saídas para aquilo que achávamos insolúvel em nossas vidas ou em nossas personalidades.

Saúde.

Vagner Crepaldi

 

 

 

Dia dos Namorados chegando

0

Dia dos namorados chegando

Dia 12 de junho… uns estão ansiosos para comemorar, outros se sentem faltantes demais, pois comemorar o quê, se não namoram há um bom tempo…

Nessa fase os que namoram estão pensando em qual presente dar, aonde ir com seu respectivo par… Já os que não namoram e gostariam de estar com alguém se sentem tristes, ansiosos e se perguntam: “o que acontece que não consigo achar a pessoa certa? Será que ela está por aí perdida, igual a mim?”

Independe de namorar ou não, neste artigo eu gostaria de enfocar um tema que está relacionado com o enamorar-se. “Submeto-me a estar com qualquer pessoa só para não ficar sozinha(o), ou tenho noção das minhas reais necessidades quando opto em ter uma pessoa ao meu lado?”

Querer um namorado sensível, companheiro, amoroso, quente sexualmente, bem financeiramente, cheio de garra, cheio de novas ideias, que não seja problemático… é quase como achar água no deserto. Como você perceberá ao longo do artigo, ter uma característica acaba, obviamente, anulando a outra.

“Para mim é importante conhecer cada vez um lugar sensacional ou um namoro mais caseiro, mas com muito chamego? Para mim é básico que tenhamos uma vida sexual sempre ativa com muito prazer ou uma vida sexual mais romanceada? Um passeio de mãos dadas em que eu possa conversar e me abrir ou sairmos em um grupo de amigos com muito divertimento?”

Percebe que coloco “ou” em cada condição? Pois ter tudo ao mesmo tempo, o que seria o ideal, se torna uma fantasia, uma vez que uma característica acaba anulando a outra.

Que tal olharmos mais de perto os tipos de relacionamentos e o que falta em cada um deles?

Existem as pessoas que são muito voltadas a ter algo, são focadas em conseguir atingir padrões altos, desejam e vão atrás de seu desejo (parecem que internamente possuem um motor 4×4), mas pecam em serem atenciosas com seu par. Elas são voltadas a atingir metas e não sabem acolher o outro quando se encontra faltante. São namorados ou maridos com que você vai desfrutar bons passeios, viagens, e presentes. Mas não conte com eles para se abrir e contar as suas angústias, pois ele vai querer distância  e isso vai te fazer sentir-se solitária. Então, se optar por alguém assim, saiba que acolhimento eles não sabem dar – acham que é muito ‘mimimi’ o seu jeito de ser.

Existem também as pessoas muito sexualizadas e são muito estimulantes. Mas nem sempre esta sexualidade é apenas voltada a você. Uma pessoa muito sexual tende (tendência, e não regra geral) a se entediar com muita facilidade. Então troca de par rapidamente, pula de galho em galho o tempo todo (síndrome de Mogli), tendo dificuldade em lidar com momentos mais profundos do relacionamento. Se há problemas já se cansa e já foca no próximo vínculo. Ter um par assim causa ansiedade, sempre vai sentir algo te assombrando,  uma possível traição no meio do caminho. Isso pode te deixar aflita. Se traição ou sedução para outras pessoas é algo insuportável para você, então terá grandes problemas com uma pessoa assim do seu lado – a sensação vai ser de inquietação o tempo todo .

Há os namorados sensíveis, que escutam com facilidade, acolhem, mas oferecem muito pouco em sentido material e sexual também. São grandes parceiros, mas estar ao lado de uma pessoa assim tende a ser monótono. Ela peca em lhe proporcionar grandes emoções, mas em contrapartida você pode contar com esta pessoa em várias situações. Porém, a falta de combustível sexual pode proporcionar um desânimo geral. Do nada você pode ir se sentindo deprimida, sem ânimo para coisas que antes amava fazer. Caso tenha uma namorado assim, o ponto fraco do namoro será o estímulo. Você terá que ser responsável por dinamizar, ‘por lenha na fogueira’. Ou você faz isso constantemente ou se deparará com um relacionamento apagado, morno.

Tem aquele namorado obsessivo. Ele tem uma sexualidade boa, está sempre presente e é emocionante estar ao seu lado. Mas o que sofre é a sua liberdade. Você acaba se submetendo às vontades dele ou dela e com isso seu mundo se resume em girar em torno dele. A grande dificuldade é seu crescimento pessoal, pois você cresce à medida que ele te autoriza a isso. Ter este namorado(a) requer muita submissão, e você, com muito jeito, vai conseguindo abrir fronteiras para que consiga crescer sem ele se sentir ameaçado. Ter uma pessoa assim ao seu lado cansa. A pessoa acaba se sentindo sufocada. Você se sentirá oprimida com muita facilidade.

E tem os namorados frágeis, aqueles que precisam de você o tempo todo. Você é detentora de poder no relacionamento, você ganha mais, sabe mais, consegue superar crises e ele está sempre frágil e sempre na falta de algo, ou de dinheiro, ou de ânimo, ou de qualquer coisa. Ele precisa se abrir com você, precisa da sua energia para se carregar. De início a namorada(o) se sente importante, mas com o tempo isso cansa, pois é uma via de mão única. Só você se doa e nunca recebe pois ele não tem nem para ele, como vai poder ainda lhe proporcionar algo?

Percebe, no artigo, que cada relacionamento tem seu lado positivo e seu lado faltante?

Assim, como o caso de não ter um namorado: você tem mais tempo para investir em você, na sua carreira, nos seus hobbies, viagens, amizades, mas falta alguém que lhe faça se sentir importante, amada, dormir de conchinha…

O marketing do dia dos namorados é mostrar que ter um namorado é se sentir COMPLETA, FELIZ TOTALMENTE, ESTIMULADA O TEMPO TODO , a falta é romanceada como se ela não existisse. Essa é a ideia da data.

Mas lembre-se que ter um namorado é ter uma pessoa com falhas ao seu lado. É sempre tentar melhorar o que pode ser melhorado, é estar diante do Outro com todas suas características que nem sempre agradam.

É ACREDITAR  que juntos vocês vão ter bons momentos e momentos não tão bons… Mas não deixe de acreditar!

E caso não tenha um namorado ACREDITE em você! Nem todas pessoas saberiam lidar com um par faltante. Seria insuportável. Então apodere-se da sua liberdade em não ter que aceitar e lidar com o outro faltante.

Sandra Mariani

Sexo Animal

0

 

Abuso_sexual

A questão do abuso sexual não tem limites geográficos, atingindo todas as classes sociais e idades, marcando na vítima, a predisposição para perpetuar o ciclo de violência ao qual foi submetida.

A definição de abuso sexual,  refere-se ao envolvimento de alguém em atividade sexual para a qual ela não tem condições, capacidade para compreender e consentir e, em termos amplos, fere as leis ou tabus sociais da sociedade.

A violência sexual normalmente envolve indivíduos com os quais a vitima não possue laços sanguíneos , visto que, muitas vezes, nesses casos o abusador pode ser alguém de confiança como um professor, um médico, etc. Em geral, os casos de abuso sexual ocorrem com maior frequência em meninas e é comum observar-se  situações de incesto na família .

Já cuidei de pacientes de certas culturas em que essa situação era considerada normal.

Esse tipo de violência sexual, na maioria das vezes acontece com uma aproximação  de movimento afetuoso, para, em seguida, ser levada a sentimentos de insegurança e dúvida. No entanto, quando a vitima começa a entender a realidade da situação abusiva acha melhor  silenciar frente à culpa, ao medo, à vergonha e à confusão.

 

As consequências dos maus-tratos são devastadoras, ocasionando sequelas físicas e psicológicas, afetando, também, o desenvolvimento cognitivo das vítimas. Além disso, os efeitos do abuso e a respectiva severidade variam de acordo com alguns pontos, tais como a idade da vítima, a duração do abuso, o grau de violência, a diferença de idade entre o causador e a vítima, o relacionamento entre eles, a ausência ou não pessoas protetoras e, finalmente, o grau do segredo e de ameaças que a vítima sofreu são baseados nas experiências de sexualidade traumática, traição, submissão ao poder e estigma.

Reflexos para a vida futura são inevitáveis.

Portanto, dependendo do tipo da experiência sexual vivida , seja colocada numa posição passiva, seja envolvida em sedução e prazer, além da força e do poder exercidos pelo abusador, serão determinadas diferentes consequências no emocional e cognitivo do abusado. Já a traição ( no caso do estuprador ser alguém da família) envolve a constatação, por parte da vítima, de que alguém que deveria ser objeto de amor coloca-se numa relação de exploração da mesma.

Por último, há o estigma gerado por ter sido vítima e as crenças de por qual razão o abusador a escolheu.

Teorias a parte, a grande questão é, o que leva alguém a invadir de forma coercitiva o corpo de outra pessoa sem que haja participação ou consentimento?

E se for coletivo? Alguém explica?

Num momento social e moral em que estamos vivendo, onde parâmetros e regras se perdem em uma fragilidade que chega a impressionar na questão da formação do super-ego, ou da censura, se preferirem, na formação da personalidade de forma geral, não é de se estranhar que não haja a consideração, o respeito e muito menos o reconhecimento do outro, como um ser semelhante que sente o mesmo.

Não se desenvolve mais a culpa, como instancia psíquica e então fica difícil exigir que alguém sinta algo  minimo de empatia em relação a ninguém.

Os relacionamentos sociais sejam eles quais forem, estão deteriorados. Penso que o próprio ser humano está se deteriorando cada vez mais, quando começa a valorizar o momento e não o contexto.

Alguém já viu no reino animal (ao qual pertencíamos até recentemente) 30 seres da mesma espécie abusar de um só membro da alcateia, da manada ou da matilha?

Em que está se transformando o ser humano?

Tanta evolução cientifica, pra pouco resultado moral e ético.

Há que se colocar em paralelo essas duas evoluções ou é imprevisível nosso futuro como seres viventes. Duvido que seriamos aceitos como pertencentes ao reino animal, se os mesmos pudessem opinar.

Vagner Crepaldi

 

 

AUTO BOICOTE

2

 

boicote

Desde a infância, vamos criando nossas crenças.

Essas crenças se formam através das referencias das pessoas que auxiliam a formar nosso ego.

Na grande maioria das vezes por desconhecimento de causa, somos levados a acreditar  que não temos condições de realizar coisas, sejam as mais corriqueiras ou as mais complexas.

Falas como “você não é capaz de fazer isso, ou então, nem tente, porque não vai dar certo, ou ainda, deixa isso prá lá porque você nunca vai conseguir, ” entre tantas outras, fazem com que a pessoa vá adquirindo crenças de incapacidade.

Quantas vezes já ouvimos pais falarem aos filhos “deixa de ser burro, você não vai dar em nada na vida, não quer nada com nada, nem sei o que veio fazer nessa vida, ” e por ai vai.

Isso tudo fica gravado em nosso inconsciente.

Acontece que crescemos e não conseguimos afastar essas crenças mentais impostas por puro despreparo  de nossos formadores, vestidos na roupagem de nossos pais, educadores, colegas ou pessoas que tem ou tinham interesse em nos diminuir.

Fica armazenado no inconsciente toda essa gama de informações.

E um dia a gente resolve que vai mudar de vida e fazer dar certo.

E então dois caminhos podem se apresentar:

Ou temos as ideias de como fazer e realizar mas não conseguimos colocar em pratica por puro medo ou insegurança de que “não vai dar certo mesmo ”

ou

superamos esses obstáculos, puros “presentes de Grego” que nos foi imposto no passado, e fazemos acontecer, porem pra surpresa nossa nos sentimos infelizes e por incrível que pareça, exatamente porque tudo está dando certo.

Em ambas as situações é o tal Auto-Boicote em ação.

Então é preciso se livrar dessas amarras que nos conduzem de forma negativa através de lembranças inconscientes e criar novas referencias que nos conduzam a um futuro melhor.

Transformar crenças negativas ” Não consigo fazer regime” em crenças positivas ” consigo fazer o que eu quiser, eu posso”.

Desassociar sentimentos de impotência ou de inferioridade já vividos ou impostos, afim de que possamos realizar e ser feliz com os resultados obtidos, afinal nós  podemos aproveitar as oportunidades que existem em condições de igualdade para todos.

É só querer. Lutar contra o passado e preparar o futuro. Soltar as amarras.

Comece a observar de que forma está conduzindo sua vida. Antes de reclamar da sorte, do insucesso, das frustrações, da pobreza, da solidão, verifique se não é você mesmo que provoca tudo isso.

É comum tentar modificar tudo o que está fora, esquecendo que na maioria das vezes a mudança deve ser interior, na forma de pensar a sentir.

Reconheça-se como realmente é e desvincule-se de crenças que não são suas.

Vagner Crepaldi

Casamento Morno

4

“Olho para o lado e fico observando meu marido, ele quieto sentado na sala, olhando a TV como faz todos os dias. Nossa vida parece um filme repetitivo, nosso diálogo é monótono, sexo de vez em quando e quando saímos não sabemos o que falar…”

Esta queixa foi tirada de uma sessão de uns dias atrás, mas ela é bem comum em consultório.

O casamento não tem brigas nem humilhações, mas tem um clima de mesmice no ar. Eles se respeitam, mas falta vibração, falta alegria…

O que acontece com este casal?

A rotina assolou a leveza, deixaram de brincar, de rir, de se divertir. Isto não quer dizer que o casamento virou um fracasso – ele tem chances de se revitalizar.

Mas como?

Que tal você que está lendo esta matéria propor para seu companheiro algumas mudanças. Deixar claro que, embora você perceba que o relacionamento anda desanimado, você acredita que tudo pode melhorar. Uma conversa positiva e não uma conversa desanimada, com tom melancólico.

A conversa tem que passar a proposta de renovar algo entre vocês. Deixe claro para ele, e principalmente para você, que a crise é momentânea e que tem solução.

Não resolve nada apontar diferenças como “você não é o mesmo, você não me dá carinho, você não sai mais, você mudou”… É obvio que a relação de vocês mudou para pior, senão não estariam nesta mornidão em que estão.

Apontar os erros para seu companheiro só promove a sensação de fracasso, e um homem se sentindo fracassado paralisa. Ele pensa “já que não sou bom o suficiente, então não sei para onde ir”… Ou seja, a mornidão vai piorar.

Então, sejamos objetivos: o que está faltando para melhorar o relacionamento de vocês é investimento!

Invista novamente na relação, proponha mudanças e nunca fale em separação, se não tiver certeza disto.

Falar em separação bobamente diminui a seriedade do relacionamento, dando a uma sensação de insegurança ao homem. “Como vou melhorar se ela quer se livrar de mim?” Novamente ele paralisa e não tenta melhorar em nada.

Voltemos às sugestões…

Fazer cursos juntos (dança, culinária, idiomas), projetos simples como andarem todos os dias, um cineminha de vez em quando, receberem pessoas na sua casa… Tentem conversar sobre coisas e não sobre o que acontece ao casal.

A mulher normalmente acha que falar sobre a problemática do casal vai resolver, mas o que vemos é o contrário: quanto mais os homens escutam que tudo está mal, mais eles se desanimam e se perdem sobre o que fazer…

Se você está num relacionamento morno e sente que ainda há sentimento entre vocês, proponha saídas, dê uma chacoalhada no relacionamento.

Cuide de você também, pois nós, mulheres, quando estamos sensíveis, carentes, sentimos uma necessidade imensa de atenção, de carinho, e tendemos a achar que tudo está horrível e sem saída. Dizer para seu marido: “você não me ama mais, você não sente atração por mim”… São frases que não promovem mudanças.

Se você não anda se sentindo amada como antes, fale objetivamente do que sente falta: de beijos, de carinhos, de elogios, de sexo. Ou haja você tomando a iniciativa, pois uma ação promove uma reação.

Outra sugestão: não se compare a outros casais, pois provavelmente quem vê você e seu companheiro deve ter a nítida impressão que vocês sim estão felizes… Ou seja, a grama do vizinho normalmente é mais verde que a nossa. Isso é uma característica estrutural de nós, mulheres.

Normalmente, quando um casamento começa a ficar parado, somos nós, mulheres, que ficamos atentas. Então aja você.

Coloquei no feminino, pois o que vejo na clínica são mais mulheres atentas à saúde do relacionamento do que os homens. Quando eles percebem que algo não vai bem é por que o relacionamento já está decadente.

Acredite que possam mudar, tenha atitudes positivas, mais carinho, mais risada, mais toques, dê mais colorido à vida de vocês!

Sandra Mariani

 

 

 

Não Apresse as Coisas !

0
Woman in depression on gray background

Você acabou de conhecê-lo.

Tiveram o primeiro contato, conversaram, beijaram-se e o clima estava ótimo entre vocês.

Mas agora você começa a sentir uma certa ansiedade.

De um lado foi tudo de bom. Porém a sua preocupação neste momento é o que não fazer para estragar tudo.

Você está empolgada, tem certeza que quer vê-lo o mais breve possível, mas como gerenciar essas emoções?

A cada toque do celular você espera que seja ele, olha atentamente se não tem torpedos, mensagens no Facebook, mas ele não aparece… Relembrando, faz apenas alguns dias do último encontro, mas para você parece uma eternidade.

Bem, uma pergunta: você sente isso com frequência, sempre que conhece alguém? Ou está sendo apenas nesse caso em especial?

Se você age assim sempre, então precisa de uma ajuda terapêutica para lidar melhor com essa ansiedade crônica de ter alguém perto de você.

Mas, voltando ao caso, o que fazer?

Aguarde, pois quando há interesse, o moço SEMPRE procura. Ele se desdobrará para te achar, afinal não quer perder contato.

Aí, passaram-se uns dias e nada. Você pode até procurá-lo para ver se houve outras situações que não permitiram que ele te procurasse, como excesso de trabalho, doença, viagem a negócios, etc. Mas cá entre nós, o celular pode acompanhá-lo em qualquer lugar, e torpedo pode ser mandado de qualquer distância, não concorda?

Bem, ele te procurou e agora?

Evite algumas situações para que ele não saia correndo, como:

* Mal acabou o encontro do dia e você já está ansiosa para saber quando vai vê-lo novamente.

* Depois de poucos encontros, você já questiona se estão ficando ou se já é uma namorada em potencial do rapaz.

* Considerando-se ser a tal namorada, acha que já tem alguns direitos como: mudar o status do relacionamento no Facebook, questionar fotos que já estão postadas no perfil dele, se vai ser apresentada à turma do rapaz e por que não recebe tantas ligações como gostaria de receber.

Agindo com essa pressa, ele vai acabar perdendo o ânimo de te ver novamente.

Se você agir assim, ele vai se sentir numa “corrida contra o tempo” pois a cada encontro ele já percebeu que virão mais exigências para

ele, e logo mais estará com uma aliança de compromisso no dedo – e em menos de 2 meses, pelo andar da carruagem.

A grande sacada é deixar que cada encontro seja muito bom, leve, interessante a ponto dele ter vontade de te ver novamente, sem se sentir pressionado.

Sei que para quem está ansiosa, não é bom ler a palavra aguarde, mas concentre-se em outras coisas na sua vida, além de querer vê-lo novamente. Não faça disto sua única meta.

Não estrague tudo querendo definições, quando a única coisa realmente definida é a certeza que vocês têm de que é muito bom estar ao lado um do outro, não importa se faz semanas ou meses…

 

Sandra Mariani

 

 

Fim de Ano Chegando …

2
President Barack Obama and First Lady Michelle Obama watch the fireworks over the National Mall from White House on July 4, 2009. (Official White House photo by Pete Souza) This official White House photograph is being made available for publication by news organizations and/or for personal use printing by the subject(s) of the photograph. The photograph may not be manipulated in any way or used in materials, advertisements, products, or promotions that in any way suggest approval or endorsement of the President, the First Family, or the White House.

Faltam 10 dias para acabar o ano de 2015… As ruas estão iluminadas, árvores envoltas com luzinhas, os shoppings lotados, o trânsito pesado, as pessoas estão agitadas. Elas aguardam algo acontecer… o ano findar e o próximo ano vir…

O que acontece emocionalmente com as pessoas nesta época do ano?

Muitos se sentem cansados, exaustos.

Mas tem algo diferente no ar, além do cansaço habitual de todo final de ano. Esse foi marcado pela sensação coletiva de descrédito. Presenciamos muitos escândalos políticos, o escancaramento da impunidade, o desemprego. Há uma sensação de fracasso no ar, deixando que as pessoas fiquem desiludidas e exigentes ao que vai acontecer. Muitas se sentem como que espremidos, como uma laranja sem sumo.

Quando der meia noite, a sensação vai ser de uma catarse geral. “Ufa! Enfim esse ano terminou”. As pessoas vão se despedir de 2015 com o semblante de alívio e acreditando que em 2016 tudo vai se ajeitar.

No consultório, percebemos pessoas mais angustiadas que no ano de 2014. A impotência foi marcante, os casais mais intolerantes entre si, o copo está se enchendo mais rápido, as pessoas estão irritadíssimas com multas… Hoje os radares estão famintos por uma leve distração, as velocidades caem de repente como se fosse numa grande pegadinha. Até o dirigir que era uma forma de descontração, hoje se faz tenso. Sair com a família para passear é marcado pelo viés da “ladroagem ¨.

Uma das piores coisas que o ser humano experimenta é a sensação de estar acuado, e muitos chefes de família sentiram isso na pele. As contas chegavam, mas em contra partida, seus currículos não foram escolhidos para uma nova proposta de emprego.

E no amor …

A maioria foi de um grande desencontro… Muita gente se falando nos aplicativos de bate-papo, mas com pouco envolvimento. A impressão era que ninguém queria nada sério. Bastava o seu desejo não ser correspondido (“quero te ver agora e do jeito que eu quero”), e imediatamente a pessoa pulava para o próximo da fila…

A frase de efeito é “MAIS AMOR POR FAVOR”. Menos preconceito, mais tolerância com o próximo, mais harmonia nos lares…

Nunca as pessoas estiveram tão esgotadas de tudo como este ano…

Mas daqui 10 dias, eu, você, todos, iremos torcer para que 2016 seja bem mais tranquilo e que voltemos a acreditar em melhoras em todos os segmentos, que tenhamos muitos encontros e poucos desencontros. E os desencontros que surgirem, que venham acompanhados de boas saídas!

 

Sandra Mariani